Ou seja, parece concluir-se que
as diligências envolvidas na tentativa de recuperar o PC, foram muito mais “musculadas”,
do que o interesse em recuperar o telemóvel. A conclusão mais lógica, é de que
o que era importante para o ministério, eram as malfadadas notas, e não a
documentação classificada!
Outra inconsistência resultou na
forma, aparentemente, fácil como o SIS foi envolvido, pela simples diligência
de uma chefe de gabinete, com larga experiência nos corredores do poder. Por
isso podemos questionar, em que circunstâncias é que este serviço de
informações não foi anteriormente utilizado para fins para os quais não estaria
habilitado?
João Galamba será ouvido hoje. Por um lado, já conhece os depoimentos prestados e mais facilmente pode
acomodar o seu discurso a estas inconsistências. Mas por outro, lado chega a
este ponto muito fragilizado por todos os acontecimentos registados no seu
ministério. Não vai ser poupado, pelos deputados, vamos a ver se vai ter o
discernimento de conter a sua muito conhecida impulsividade. 7 vidas tem o gato, quantas vidas tem João Galamba. Vamos aguardar para ver.

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