terça-feira, 23 de julho de 2019

A insensibilidade de António Costa e a tragédia dos incêndios!


Mais uma época de fogos que começou em força e, mesmo depois do ministro da Administração Interna, ter garantido que tudo estava a postos para enfrentar esta cíclica calamidade! Trata-se de um ministro que ocupa o lugar, não por ter alguma vez ter demonstrado capacidades e conhecimentos para a sua área de intervenção. Mas estamos a falar de um amigo pessoal de António Costa e isso, aparentemente, é suficiente!
Os fogos de 2017, deixaram este governo com as mãos sujas de sangue pela existência de mais de 100 mortes, por sua total incapacidade, incúria e manifesta falta de planeamento. Tudo isto foi totalmente confirmado no relatório da Comissão Técnica Independente: falhas na programação do socorro e na rede de comunicações e um "dramático abandono" das populações foram identificados
Todos sabemos das condições propícias á existência de fogos florestais, que são naturais no nosso país. Mas, até por isso mesmo, o ordenamento da floresta, a prevenção e a intervenção orientadas, deviam dominar as preocupações dos nossos governantes. O que verificamos, no entanto, é um fabuloso investimento nos meios de combate e, nada do essencial, em termos de prevenção é feito de forma estruturada. Exactamente por isso é que diz quem sabe: Os fogos combatem-se no Inverno. Mas também há quem diga que se ganha muito dinheiro a apagar o fogo. Há negócios muito mal explicados no meio desta problemática dos incêndios florestais. Senão vejamos: Foi a ruinosa compra do SIRESP (António Costa ministro da Administração Interna). É a contratação dos meios aéreos que, sistematicamente, nunca estão totalmente disponíveis na altura devida. Meios este que custam ao erário público uma fortuna num trabalho que nos podemos questionar, se não poderiam ser feitos pela nossa Força Aérea? É o sistema de Protecção Civil, que abriga muito jovens (boys), que o que lhes sobra em preparação académica, falta-lhe em experiência operacional. È no mísero apoio às populações, deixadas ao abandono e. até mesmo, na gestão dos donativos, que são geridos de forma descomprometida e, com evidentes indícios de aproveitamento e corrupção por parte dos responsáveis directos, a quem o sr. primeiro ministro continua a dar o seu incondicional apoio, como no caso do Fundo REVITA em Pedrogão Grande.
Vivemos no presente momento outra época de fogos descontrolados e que, impiedosamente, vai roubando os pertences e haveres de quem trabalhou uma vida inteira para conseguir o que tem. Perante isto, António Costa faz o habitual, desculpa-se com o Tribunal de Contas, com a empresa que gere a frota dos meios aéreos, ou com os presidentes de câmara, como primeiros responsáveis da Protecção Civil, apesar das suas limitadíssimas condições de intervenção.
Falta de humanidade, total insensibilidade perante o sofrimento das populações e da destruição deste património ambiental. Não aprende com os inúmeros erros cometidos, atirando sempre as culpas para os outros. `este o padrão no comportamento do nosso primeiro ministro assusta e, certamente, não dormirá descansado com toda esta tragédia a pesar-lhe na consciência. Será que a tem? Duvido.
É também a este primeiro ministro que o povo se prepara para lhe conferir um maioria absoluta. Temos aquilo que merecemos. Ninguém se pode queixar.

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